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Em Às Avessas (Lisboa, Assírio & Alvim, 1990), Vasco Pulido Valente dá a sua opinião sobre os autodidactas: «O azar do autodidacta é o de que ele, como jamais estudou nada do princípio ao fim, com alguma ordem e alguma minúcia, não sabe em que consiste isso de saber.» E dá como exemplo Ramalho Ortigão, um ser que, apesar de ter encomendado livros em Paris e em Londres sobre os mais variados temas, desde a química à filosofia, passando pela mecânica, não saía da irrelevância.
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