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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Agio: Cadernos de ideias, textos & imagens

A partir de Janeiro, será possível acompanhar aqui o blogue da revista Agio – Cadernos de Ideias, Textos e Imagens. Esta revista resulta da junção de duas outras: a Agio e a Ítaca.

terça-feira, 31 de maio de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Antologia

É uma nova revista de contos, editada pelo Emanuel Amorim, pelo Gonçalo Mira e pelo Nuno Fonseca. A paginação está a cargo de Joana Teixeira. Que tudo lhes corra pelo melhor.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Manga Ancha 3


Saiu o número 3 da revista Manga Ancha, que se apresenta como uma revista de literatura em triálogo: Espanha, Marrocos e Portugal. Com um grafismo muito apelativo, o conteúdo surge em 3 línguas: o original, e a tradução nas restantes línguas, espanhol, árabe ou português. O número 3 tem a particularidade de conter uma quarta língua, o amazigh, língua berbere.

Aqui fica a apresentação de mais um número desta excelente revista, que conta, do lado português, com as contribuições de Filomena Alves (conselho editorial e traduções), Adalberto Alves, David Machado, José Riço Direitinho e Risoleta Pinto.

Pontos de Venda em Portugal
  • Algés- Livraria Ideal
  • Aveiro- Livraria da Universidade
  • Lagos: Livraria Livros da Ria Formosa
  • Lisboa- Círculo das Letras
  • Lisboa- Livraria Barata
  • Lisboa- Livraria Pó dos Livros

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Revista Ítaca

















Fotografia de Ricardo Ávila

A revista Ítaca, organizada pelos três autores deste blogue, deixa hoje online o seu espaço na net. Aqui. Nos próximos dias, até ao lançamento em Janeiro (em data ainda a determinar), iremos actualizando este espaço com informação relativa à revista.

sábado, 7 de novembro de 2009

Hamlet

Tudo se cala. E subo para o palco.
Encosto o ouvido à porta, pressentindo,
No rumor surdo de uma voz longínqua,
Já o eco de tudo o que me aguarda.

A noite negra fez de mim seu alvo,
Sobre mim cem binóculos lançou.
Abba, ó pai, se acaso, ainda podes,
Ordena que este cális me não caiba.

É certo no entanto que me agrada
O papel que me deu teu duro intento.
Outro drama, porém, preenche a cena:
Dá-me por esta vez a liberdade.

Mas a ordem dos actos foi pesada
E o desfecho também, sem remissão.
Só. E os fariseus, senhor's em todo o lado.
Viver é mais que atravessar um campo.

Boris Pasternak «Versos de Iuri Jivago», O Doutor Jivago (1957) in Vozes da Poesia Europeia III, Colóquio Letras 165, David Mourão Ferreira (trad.), Fundação Calouste Gulbenkian, Setembro-Dezembro de 2003.

As Traduções de David Mourão-Ferreira

Entre os números 163 a 165 a Colóquio-Letras encarregou-se de criar uma série que reúne as diferentes traduções de poesia de David Mourão-Ferreira. A série intitula-se Vozes da Poesia Europeia (I,II e III) e reúne um largo número de poetas. De Homero a Valery passando por Antonio Machado (este era aquele poeta espanhol que também criou uma série de personalidades literárias muito semelhante aos heterónimos de Pessoa) ou Rilke ou (poesia atribuída a) Poliziano.
Do número 163 ao 165 viajamos em diacronia pelas diferentes vozes poesia europeia que David Mourão-Ferreira quis traduzir, começando na antiguidade e terminando no séc. XX.
Trata-se de mais um daqueles casos em que a selecção antológica vale a pena não só pelo número de poetas que reúne mas também para observarmos as decisões do tradutor/organizador.
Os números contam com ilustrações de Nuno Veigas.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Fiction

«Fiction was begun at a time when fewer and fewer magazines were taking stories for their pages, to say nothing of excerpting novels .... In 1970 and 1971, however, friends like Stanley Elkin and John Hawkes couldn’t get their best fiction printed in periodicals .... I railed against a whole kingdom of periodicals—Esquire, New American Review, The Atlantic bewailed the realm of dead issue, Harper’s Bazaar’s discontinued fiction section, the defunct Saturday Evening Post. I cried out under a banner, and that banner was Fiction.»
A revista cujo o objecto é a ficção. Aqui. (Não a conhecia, mas já vai no nr. 55.)

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Telhados de Vidro, nº 12




















Saiu a revista Telhados de Vidro que já vai no nº 12 e é editada pela Averno. Em minha opinião, em conjunto com a Relâmpago, ligada à Fundação Luís Miguel Nava, que é de âmbito diferente, trata-se de uma das revista literárias com mais qualidade (e regularidade) do actual panorama literário português. Ainda não a fui comprar. O calor petrifica, impede movimento e pensamento. Pensar só sob o efeito do ar condicionado da biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, ou com a cabeça entornada à beira-mar.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Salmagundi

Uma revista verdadeiramente modelo na área das humanidades e das ciências sociais: ora repare-se na descrição da história desta quartely publicada pela Skidmore College (embora não se trate de uma revista académica). Chamou-me à atenção pois foi nela que George Steiner publicou pela primeira vez o seu ensaio sobre melancolia, "Ten (Possible) Reasons for Sadness of Thought" (nº146/147).

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Mahmud Darwish

Mahmud Darwish, poeta que o André tem vindo a traduzir, sai no número 107 da «magazine of new writing», a Granta. Vou tentar deitar-lhe a mão e logo vos conto.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Altán Walker, Of Earthly Love

O nº 105 da GRANTA: The Magazine of New Writing (Primavera de 2009) traz um artigo dedicado ao romance Of Earthly Love, da autoria de Altán Walker, escritora que se suicidou em Dezembro de 2007. São também publicados dois capítulos dessa história que a sua autora definia como a story of adultery, a love story about a girl and two men. Porém, a sua editora (que eu ainda não consegui determinar quem é, a GRANTA, nesse aspecto, não é muito clara), na nota que faz à apresentação do capítulo na revista é um pouco mais incisiva: There have been only a very fiew occassions when an unpublished writer's manuscript has made my scalp prickle and my heart race, but this was one of them.
I read the chapters Altán had sent in one sitting. The narrative voice commanded attention from the opening lines: it was arch and diamond-hard, and yet warmth curled through it, like laughter barely supressed.

O romance, consta, será publicado em Maio de 2010. Deixo-vos excertos do capítulo primeiro de um romance que me pareceu muito promissor. A narrativa decorre em 1980, em Dublin.

It suddendly seemed to me that evil was near.
Evil is near me now, I thought, in this imperfect and malodorous shade: evil fawns and gambols, as the weacked weasel and the stoat. It is a great mistake to think evil is far, I thought, for evil is ever near: evil comes closer and closer, and soon will spring out, and pounce.
(...)
'You're podzol.' I said. 'It is evil Russian soil that all the good has drained right out of, that is turning into evil ash.'
(...)
What strange and beatiful eyes he has, I thought: all the laughs and tears of the minerals: half the jewel and half the mine, I thought: great shade that has no name.
Altán Walker