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domingo, 30 de outubro de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
mais vos dirá o seco Tucídides, do que o artificioso Xenofonte*
Parece que finalmente acabaram os rumores. No próximo dia 16 de Dezembro, por volta das 18h30, no Museu Calouste Gulbenkian, será lançada a primeira tradução portuguesa, feita a partir do original grego, da (única) obra de Tucídides - História da Guerra do Peloponeso. A tradução foi feita por Raul Miguel Rosado Fernandes e por M. Gabriela P. Granwehr.
Esta notícia em termos futebolísticos equivalerá eventualmente a isto:
*É um verso de Giánnis Ritsos.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
E Deus manifesta-se no pontapé livre
Com a devida vénia ao Chico e ao André, que conhecem pérolas destas.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
"Miguel Sousa Tavares e Ruy Belo a ver a bola" ou "As fraquezas de um poeta" ou "Por que não meto os pés na Luz quando o meu querido Porto lá joga"
A loucura, pelos vistos, era tanta que o Miguel até ia ver jogos do Benfica ao Estádio da Luz.
Com o Ruy Belo, exactamente. E ia vê-lo jogar. Era defesa central.
As idas ao Estádio da Luz eram frequentes?
Eram frequentes, eram. Um dia, o Ruy Belo, coitado, quase teve de andar à pancada porque me levou a ver um Benfica-Porto e eu comecei a gritar pelo Porto no meio dos sócios do Benfica.
Iam para a bancada dos sócios?
Ele era sócio e levava-me. Mas teve o azar de me levar a um Benfica-Porto em que o Porto marcou um golo, coisa rara nesses tempos. Eu desatei aos pulos e a multidão gritava: “Leva-me esse puto de merda para casa!” Coitado do Ruy.
Ele sabia que o Miguel era portista?
Sabia. Ele queria ver se me conseguia convencer para o Benfica mas não resultou.
Excerto de uma entrevista de Carlos Vaz Marques a Miguel Sousa Tavares na revista Ler, nº83, Setembro 2009
Palavras a reter: “Coitado do Ruy”.
Com o Ruy Belo, exactamente. E ia vê-lo jogar. Era defesa central.
As idas ao Estádio da Luz eram frequentes?
Eram frequentes, eram. Um dia, o Ruy Belo, coitado, quase teve de andar à pancada porque me levou a ver um Benfica-Porto e eu comecei a gritar pelo Porto no meio dos sócios do Benfica.
Iam para a bancada dos sócios?
Ele era sócio e levava-me. Mas teve o azar de me levar a um Benfica-Porto em que o Porto marcou um golo, coisa rara nesses tempos. Eu desatei aos pulos e a multidão gritava: “Leva-me esse puto de merda para casa!” Coitado do Ruy.
Ele sabia que o Miguel era portista?
Sabia. Ele queria ver se me conseguia convencer para o Benfica mas não resultou.
Excerto de uma entrevista de Carlos Vaz Marques a Miguel Sousa Tavares na revista Ler, nº83, Setembro 2009
Palavras a reter: “Coitado do Ruy”.
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