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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Die Befindlichkeit

Mais une fois la disposibilité ainsi délimitée négativement par rapport à la saisie d'un état "interne" par la réflexion, nous arrivons à apercevoir dans ce qu'il a de positif son caractère de détection. La disposition a chaque fois déjà découvert l'être-au-monde dans sons intégralité, elle seule rendant d'abord possible un se diriger sur...

 Martin Heidegger, Sein und Zeit, François Vezin (trad.), Éditions Gallimard, Paris, 1986.

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Die Befindlichkeit, a situação de estar disposto, a "disposibilidade" é o sentimento de si, traduz a minha dimensão do sentir, do ser afectado, consequência da posição na existência do meu ser enquanto facto. "Ter sido aí posto", no mundo, é indiferente à minha vontade. Disposto: forma como sinto internamente o "estar aí posto". Sich befinden: estar afectado é o existencial fundamental. Todo o compreender é o compreender da situação. É no compreender e no interpretar que está o valor do Homem: pode sempre dar a volta: a maleabilidade faz que eu não seja um ser inerte. Nunca a situação explica e determina o meu agir. Compreensão é por um lado,  aquilo que apreendo da realidade, e por outro, abertura à possibilidade de desenvolver um horizonte de esperança.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Veritas transcendentalis


L'être en tant que thème fondamental de la philosophie n'est pas le genre d'un étant et pourtant il concerne chaque étant. Son “universalité” est à chercher plus haut. Être et structure d'être se trouvent par-delà chaque étant et chaque possible détermination étante d'un étant. L'être est le transcendens pur et simple. La transcendance de l'être du Dasein a ceci d'insigne qu'il y a en elle la possibilité et la nécessité de l'individuation la plus radicale. Toute détection de l'être en tant que transcendens est connaissance transcendantale. La vérité phénoménologique (ouverture de l'être) est veritas transcendentalis.

Martin Heidegger, Sein und Zeit, François Vezin (trad.), Éditions Gallimard, Paris, 1986.