terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Livros do ano

Tudo o que não consta desta lista é oficialmente uma merda e pode ser guilhotinado (incluindo tudo o que se publicou no mundo inteiro e eu não li, inclusões na lista podem ser especialmente consideradas mediante o envio de um email com recensões obsequiosas a qualquer volume da minha obra completa que me sensibilizem singularmente para os vossos génios, learn, bitches, se eu estabeleço um sistema em que digo que é bom, estou a pontificar e isso é o que basta para ter kudos). 

The File on H, Kadaré
The Economy of the Unlost, Carson
A Death in the Family, Karl Ove Knausgaard
Os Cães de Tessalónica, Kjell Askildsen
Aimless Love, Billy Collins
Across the Land and the Water, W. G. Sebald
Servidões, Herberto Helder
Broken Hierarchies, Geoffrey Hill (não li, mas mal entrou em casa, desatou a empestar tudo com o cheiro de um dos dois únicos de ambos os tipos de poesia de qualidade que conheço: aquela que é grande e aquela que eu digo que presta).
Oração Fria, Antonio Gamoneda
Laços de Família, Clarice Lispector (desde 1920 livro do ano)
Os Grão-Capitães, Jorge de Sena (livro do ano desde 1919, o último parágrafo de "Homenagem ao Papagaio Verde" epitomiza todos os meus pensamentos sobre quanto é humanidade que para aí respira, alminhas).
The School Among the Ruins, Adrienne Rich
Estradas Secundárias: Doze Poetas Irlandeses, AAVV 
Men in The Off Hours, Carson (desconfio que também já tinha sido livro do ano em 2012) 
The Spirit Level, Heaney (tem um poema que começa assim: no such thing/ as innocent/ bystanding
Le Piccolle Virtù, Natalia Ginzburg (inclui: "Lui e io", "Il mio mistiere" e "I Rapporti Umani"e, se não incluísse também aquele ensaio em que com alguma injustiça diz muito mal de Inglaterra, também chegava).
& etc., Uma Editora no Subterrâneo (também não li, mas tem de constar da lista, a culpa fica com os gajos da Pó dos Livros, única livraria disposta a enviar livros para estrangeirados que conheço, que ainda não mo fez chegar).
Campo Santo, Sebald

Se as listas esperassem mais um pouco, desconfio que o Roots & Branches do Duncan ainda cabia aqui. 
Não me apeteceu fazer itálicos.

4 comentários:

  1. Voltamos ao tempo da guilhotina!.....e a Liberdade, senhora!? e a Liberdade, senhora!?...era capaz de jurar andar nascida em Leão....

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