11 (Príncipe Míchkin depois da morte de Nastássia Filíppovna, tirado daqui)segunda-feira, 21 de maio de 2012
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11 (Príncipe Míchkin depois da morte de Nastássia Filíppovna, tirado daqui)terça-feira, 12 de julho de 2011
Notas de Benjamin
Desde há séculos que se constata que a ideia da morte está a perder omnipresença e força evocadora na consciência colectiva.
(...)
Hoje os burgueses, habitantes áridos de eternidade, vivem em espaços depurados da morte e são, quando se aproximam do fim, arrumados pelos herdeiros em lares ou hospitais. Ora é precisamente ao morrer que o indivíduo transmite, em primeira mão, não apenas os seus conhecimentos mas, sobretudo, a experiência da sua vida - isto é a matéria com que se constroem as histórias. Assim como no interior do indivíduo, agonizante, desfila uma sequência de imagens - quadros de situações por ele vividas, sem se ter dado conta - também o inesquecível aflora, de repente, na sua fisionomia e no seu olhar, conferindo autoridade a tudo o que lhe dizia respeito. Na hora da morte, até o maior pobre-diabo possui essa autoridade perante os vivos que o rodeiam. Esta autoridade está presente na origem da narrativa.
Walter Benjamin, Sobre Arte, Técnica, Linguagem e Política, Relógio D'Água, 1992.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Uma ténue força
sábado, 11 de dezembro de 2010
Quando pedrado com mescalina
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
terça-feira, 14 de julho de 2009
Angelus Novus

Benjamin
- Walter Benjamin, Sobre Arte, Técnica, Linguagem e Política, Lisboa, Relógio D'Água, 1992.