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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Isto é para ti, o resto está no YouTube



"It's a Wonderful Life didn't do very well (...) But it's my favorite picture and was Frank Capra's."

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Frank Capra


Se Frank Capra não se tornar um dos vossos realizadores favoritos, depois de verem os filmes que ele realizou na década de 30 e 40, como este Mr. Smith Goes to Washington (1939) ou como It Happened One Night (1934) ou It's a Wonderful Life (1946) ou Meet John Doe (1941), acho que o melhor é desistir-se de ver cinema.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

It's a Wonderful Life (1946)



Realizado por Frank Capra. George Bailey (o estreante James Stewart) é um jovem vivaço e bom, desejoso de viajar e ver o mundo. Porém, o sentimento de dever para com a família e a pequena comunidade onde cresceu nunca lhe permitirá realizar o seu sonho. Um dia, George vagueia sozinho pela neve, perseguido pelo fantasma dos seus sonhos e por uma dívida que não contraiu mas tem de pagar ou será preso e a família ficará sem sustento. Da ponte, olhando o rio, pensa se tudo não seria melhor se ele morresse, a família ficaria ao menos com o dinheiro do seguro e não teria de passar pela vergonha de o ver preso nem pela indigência. Então Deus envia um anjo que mostra a George a importância da sua vida e o valor do afecto dos seus. Pela sinopse o filme mais parece uma daquelas xaropadas que a televisão pública nos serve na quadra natalícia, e é uma pena que não o passem mais vezes na televisão, pelo menos por essa altura, pois trata-se de uma bela narrativa do grande cinema americano sobre a importância e valor dos laços familiares e comunitários. Sempre que vejo este filme fico com vontade de ser um bom pai de família e votar CDS-PP.

Esta é a cena em que o amor de George por Mary Hatch (a bela Donna Reed) triunfa sobre o seu projecto de viver independentemente e viajar mundo fora. Depois de sair abruptamente da casa de Mary, George volta atrás para vir buscar o chapéu. Nessa altura Sam, um pretendente de Mary e amigo de George, telefona para falar com "a sua miúda". Ao saber que George está em casa de Mary pede para falar com ele também. E então os dois aproximam-se para partilhar o mesmo telefone.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Um diálogo de «The Philadelphia Story», 1940


[Connor]Snob.What do you mean, "snob"?
[Tracy]You're the worst kind there is, an intellectual snob. You made up your mind awfully young, it seems to me.
[Connor]Thirty's about time to make up your mind. And I'm nothing of the sort. Not Mr. Connor.
[Tracy]The time to make up your mind about people... is never.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

«Vertigo», 1958, Alfred Hitchcock

















Das muitas coisas inteligentes que a obra-prima de Hitchcock, Vertigo, nos permite dizer, melhor é ficar calado e pensar no seguinte:

At Ernie's, a high class San Francisco eatery, Scottie Ferguson (James Stewart) is sitting at the bar. He looks over his shoulder; the place is full. The camera adopts his POV and glides through the crowded restaurant with its red wallpaper... and then a vision appears: a blonde woman in a green dress. The sudden, striking color contrast arrests the eye imediately, and like Scottie, we're hooked. This no accident, but the result of an extremely subtle manipulation of our perceptions. The camera, which had been slowly panning the room from right to left, now moves towards the table occupied by the misterious beauty (Kim Novak).
This is what it feels like to fall in love - and few films have captured the moment as Alfred Hitchcock's masterpiece, Vertigo (1958 ...). Scottie's first encounter with Madeleine is unquestionably a magic moment, an almost sacred moment of moviemaking. To many film freaks, it represents the very essence of cinema.

Jürgen Müller/Nils Meyer in 100 All-Time Favorite Movies, Jürgen Müller (ed.), vol. 1: 1915 - 1959, Taschen, s.d.

domingo, 2 de agosto de 2009

The Man who Shot Liberty Valance, 1962



















O filme de John Ford que junta James Stewart e John Wayne. Tom (John Wayne) passa todo o filme a chamar «Pilgrim» a Rance (Stewart). Acho que isto acontece porque Tom compreendeu imediatamente a natureza de Rance.
Para mim, o mais importante acerca deste filme é o facto de Ford filmar o momento em que um homem sabe que não pode abandonar outro porque se trata de um irmão, apesar de não haver quaisquer laços de sangue a uni-los e de ser desvantajoso fazê-lo.